É. A gente é uma coisa só, indivisível.
Se houvesse uma dupla perspectiva de avaliação sobre as pessoas, os vilões de novela não apanhariam na rua. A fita popular nos mede por inteiro.
Mas, ter orgulho das pessoas, é incluir no discurso "estar com você é uma escolha plena". (Plena de acertos, erros, micos, raivas, arrependimentos e promessas).
Eu adoro gente que faz cagadas. Acho delicioso quando piso na bola.
Inclusive executivos e suas esquisitices são uma fatia ótima do bolo da imperfeição.