Penso em criar um sistema unificado de palavras na nossa língua brasileira, principalmente no que diz respeito ao corporativês - esta variante tão útil quanto simpática.
Depois da última faxina ortográfica muita coisa ficou confusa na nossa cabeça e nas nossas canetas (porque teclar é um avanço para o qual eu sou ainda jurássica).
Minha contribuição consiste em equivaler as expressões "porte de diploma" e "porte de arma". Equivaler, sobretudo, em sentido e significado, porque do jeito que as coisas andam, as pessoas fuzilam muito mais seus semelhantes com um canudo chulezento, do que com uma carabina.
É a artilharia ridícula de quem se acha mais 'sabidinho'.