Empresário de varejo que comercializa produtos importados precisa redobrar a capacitação linguística da equipe.
E olha, nome de produto a gente não aprende nas aulas de inglês - a menos que estas escolinhas metidas a besta passem a se especializar em branding, conceitos, denominações e substantivos próprios. Nome é nome - é a decisão do criador sobre sua criaturinha vendável. É o que faz com que eu me chame Monga e alguém se chame Uál Disnêi.
Não adianta explicar porque uma garrafa se chama "Paulo". Tem que ajudar a pronunciar direito e proporcionar uma intimidade na comunicação.
"Paulo, este é o Zé seu vendedor. Zé, esta é garrafa Paulo. Páu-lo. Pa-á-u-ú-lo-lo".