Presidir uma instituição prevê nas cláusulas não publicadas que, ao assumir o cargo, assume-se também uma parcela de riscos nas decisões.
É impossível administrar consensualmente. Em algum instante caberá ao cabeça da tribo exercer seu arbítrio e arcar com descontentamentos e narizes ranhentos torcidos.
Aquele líder que reúne toda a sua legião para levantar opiniões e submeter tudinho, nos mínimos detalhes, à apreciação da geral, não é um democrata. É um cagão.
Democratizar é um processo que começa na liberdade do pensamento. Estimular a equipe a pensar sem medo e a externar as idéias sem culpa, com pequenas doses de bom senso e fino trato: eis uma saída fofinha.