segunda-feira, 19 de setembro de 2011

comer, rezar e vazar

Eu sinto saudade de quando as empresas mandavam preparar um bolo pros colegas aniversariantes, daqueles que a gente corta (e entrega) uma primeira fatia, que comporta mais do que uma velinha em cima, e que é pretexto pra uma aglomeração em torno da mesa.

Esta modernidade de cupcake é difuder.

O cara pega seu punhado e vai prum canto interagir com a sombra.

Ah não. Cadê a chinelagem coletiva?