segunda-feira, 27 de junho de 2011

a revolução do derretimento

Por onde andei hoje ouvi toda sorte de reclamações de funcionários com relação às baixas temperaturas. Nestes dias de frio, enquanto aumenta o consumo de café nas instituições, diminui a capacidade de interação.

Encapsuladas pelas roupas pesadas, as pessoas se acomodam nas suas geleiras particulares de indiferença, preguiça e pouca disposição. E olha... coitado do inverno, nem merece pagar esta conta.

A melhor forma de rebater o gélido ambiente é garantir o aquecimento permanente das emoções. É possível derreter a mesmice, derreter as frustrações, descongelar a solidariedade e aquecer o único departamento imune à nevasca: o espírito.