Me chegou aos ouvidos um testemunho absurdo de imposição de regras organizacionais.
A funcionária de uma grande empresa de Gestão de Pessoas famosa por adotar programas modernos e sensíveis no trato com equipes sofreu na pele o rebote da propaganda. Enquanto sua firma solidifica no mercado a imagem de dignificar carreiras, nos bastidores a coisa não é bem assim.
Como reprimenda por uma tarefa 'mal cumprida' a moça está proibida de amamentar o filho.
A comoção geral diz respeito ao descumprimento da lei. Em mim fica a dúvida: há leis firmes o bastante para resolver problemas de transgressão afetiva? Se a ótica administrativa caminha para que a gente corra atrás dos direitos óbvios, talvez seja o caso de construir o primeiro parágrafo.
"Todo funcionário pode respirar enquanto exerce suas funções."