Não tem sido fácil acompanhar com passos cadenciados as evoluções do mercado na área de capacitação. Se a gente oferece cursos muito filosóficos com o intuito de fomentar a última célula pensante, recebemos o emblema de 'viajantes na maionese'.
Se buscamos versar de forma mais técnica sobre assuntos operacionais, lá estamos nós com o rótulo de 'pouco propensos ao motivacional'.
Então, neste tiroteio burro, eu tento desviar.
Quem promove treinamentos sabe que não existe receita de bolo. Existe uma entrega legítima na construção de propostas, na análise de perfil da empresa e dos envolvidos neste processo. A chance de uma massa de conteúdos bem batida embatumar, é pequena. Bem pequena.