Taí um troço que me faz crer absurdamente no alto nível de um profissional: a sua capacidade de rir. Não aquele risinho social, consensual, sobre a piada que todo mundo ri.
Não aquele riso que tripudia a dor alheia, o cansaço de sexta-feira a tarde, as dívidas atoladas nos bolsos, mas o riso manifestado como ferramenta de descongelamento criativo.
O riso pelo riso. O alegramento circunstancial de existir.
Como já dizia o consultor Caetano "respeito muito minhas lágrimas mas ainda mais minha risada".