Há 18 anos, num dia 15 de junho, eu perdia a minha avó - tantas vezes citada aqui no blog.
Na ocasião, eu uma pentelha de 17 anos, já tinha a real medida do seu significado na minha vida. Foi a partir da sua generosidade e da sua visão vanguardista de resguardar a essência das relações humanas que eu também humanizei a minha carreira.
Não existe nada mais significativo na condução de uma trilha profissional do que o entendimento de nossa história.
É em cada lembrança da infância, da juventude, que legitimamos o nosso perfil empreendedor pois só consegue liderar com liberdade, quem já não é escravo de si.
(Obrigada, Grand'Ma. <3)