terça-feira, 7 de junho de 2011

acabou a roda de chimarrão

As vezes eu penso que os banheiros das empresas mais modernosas e cheias de frescuragem servem pra testar nossa habilidade executiva antes mesmo da reunião.

Evitar o uso de toalhétchis tem sido um hábito na minha vida.

A primeira gafe foi ficar dando soquinhos na torneira esperando que a água, fornecida pelo toque sensual de um feixe de luz, caísse nas minhas mãos. A segunda gafe foi meter as mãos na tampa do cesto de lixo quando o mesmo seria aberto pelo simples contato com meu pezinho, num dispositivo ultra hightech invisible for nuts. A terceira, e mais potente, foi usar o sanitário infantil e nem perceber o tamanho econômico do vaso, muito menos a altura milimétrica.

Então é isso. Aconteça o que acontecer, tem que segurar, Mongolilda.