A primeira grande mãe é a vó.
Tudo que vem depois na hierarquia organizacional familiar é reflexo direto deste determinante.
A vó palpita no impalpitável, fortalece nossas virtudes menos clichês, desdobra a nossa criatividade usando o arsenal de tampinhas e latas vazias de leite condensado e é a figura mítica que nos acompanha nas fases de meiose e mitose profissional.
A mãe recebe o trampo já brifado. E tem que corresponder a expectativa da 'supervisora'.
Felizes os que tem mãe. Os que tiveram (e tem) vovós. Os que tem esposas, os que tem ventres à disposição da vida. Felizes e eternamente em paz.