Não sei quem foi o mentecapto que um dia falou que os baianos são preguiçosos. A preguiça é condição geográfica? Não. Cultural? Pode ser, mas o fato é que os baianos são disponíveis.
Nos últimos dias tenho tido a sorte e honra de ser atendida por baianos. No posto de gasolina, no supermercado, na farmácia.
A disponibilidade de que falo não tem a ver com mais proatividade ou destaque técnico na função. É uma que vai de uma orelha à outra.
Nunca vi tantos sorrisos e tanta alegria no trato com o cliente.