Muita gente se gaba de ser um chefe que 'não joga na cara' a ajuda que promove ao funcionário necessitado; aquele colaborador lá que perdeu um ente querido, que tá apertado de grana, que tá precisando de cuidados individuais...
Tudo bem... o chefe não joga na cara mas joga na alma.
Usa da fragilidade circunstancial para colocar a tal da bola de ferro invisível presa à canela, disfarçada sob o pseudônimo de gratidão. Nenhuma atitude que vá ao encontro da necessidade humana mais profunda pode ser revertida como moeda de negociação institucional.
Reconhecimento é a colheita natural da fraternidade. Ajudou? Sinta-se feliz por esta oportunidade. Eu não acredito em grandes líderes com corações nanicos.