segunda-feira, 18 de abril de 2011

risômetro

Não há graça em ser bom quando não se pode ser levemente mau. Maniqueísmo não funciona mais - nem na novela das oito.

Hoje um cliente espinafrou um concorrente, durante um bate-papo. Falou que ele vende sonhos que não realiza. Que é mais pretencioso do que talentoso. E que dá vontade de chorar quando lembra que está amarrado por um contrato de 12 meses de amargura à prazo.

Eu queria ter distribuído altruísmo, mas na hora confesso que ri bastante. Meu riso não veio acompanhado de mais críticas e nem ultrapassou a elegância, mas foi uma concordância escancarada.

Pra um bom entendedor, gargalhada é letra.