A medida que a qualificação dos funcionários vai encolhendo e o desespero dos gestores vai se esticando, uma série de ações vai tomando conta das empresas, instituindo parâmetros de comportamento magníficos.
Para ter certeza da existência desta nova realidade organizacional, perguntei pras recepcionistas de uma empresa qual era a receita pra uma constante simpatia, acompanhada de um largo sorriso, nas 12 horas de atendimento.
"Nosso chefe nos deu uma super dica. Cada vez que entra uma pessoa aqui, é pra gente imaginá-la correndo pelada pela rua. Não tem como não sorrir, Monga!"
Nestas horas eu me dou conta do meu limitado poder de imaginação.