Se um colaborador, um colega, um AMIGO que trabalha comigo me relata o falecimento do seu cão de estimação, tem todo o reconhecimento do seu luto e a garantia da sua licença. Se aquela prima de cagagésimo grau caiu de uma escada e precisa de acompanhante no hospital, eu acho digno dispensar. Não tenho medo de mentiras; se tivesse jamais seria executiva numa área sabidamente habitada por pinóquios de terno e gravata.
"Mas Monga... daqui a pouco o cara vai manchar a camisa favorita e pedir folga porque está deprimido..."
Não tem problema! Eu sei a mágoa profunda que se abate sobre um peito quando aquela roupa de estimação vai pro lixo.