Procuro desviar o foco das disparidades de gênero no ambiente corporativo. Esta é uma ilusão que cultivo intencionalmente, porque prefiro me aproximar das essências humanas, ao ponto de que batom ou terno sejam uma referência qualquer. Como gostar de azul, ou torcer pelo São Paulo.
Não sinto o peso da discriminação enquanto administro empreendimentos, e isso se deve pela minha surdez declarada. Eu não escuto aquilo que me faz mal. Ser mulher é um veneno delicioso.
Parte destas habilidades se deve a chance que tenho de receber amor, todos os dias. E pulverizar este amor em infinitas gotas de alegria, de maluquice, de sorrisos e de aventura organizacional. Na minha gestão todos os dias são 08.