O filho de uma amiga é um mocinho ultra-empreendedor. Tem muita iniciativa, mas nenhuma 'acabativa' restando a mamãe e ao papai a tarefa de desfazer os castelinhos organizacionais que ele vai montando.
É muito bacana ver o despertar de grandes homens de negócios, mas penso que permitir o exercício constante da falência ao enxergá-la como 'grande senso de empreendedorismo' pode ser destruidor lá na metade da vida.