Durante certos períodos de experimentações é assim... a gente vai demolindo paredes e readequando a visão do ambiente.
Tal analogia cabe pras emoções - mesmo as corporativas.
Observo que em diversos momentos as mudanças são necessárias. Em outros momentos penso que exigir que o funcionário mude o corte de cabelo, altere sua maneira de falar ou suas crenças pessoais, é uma forma de violentar o sagrado direito de ser quem se é.
Sempre que penso em desistir, inclusive do blog, eu lembro da fábula da executiva* que nada temia, e que ao disparar seus sorrisos destruía qualquer obstáculo do caminho.
(Não me pergunte a legitimidade desta fábula.... acabei de inventá-la!)