Não é preciso crer em fadas, duendes, Cristo ou Paraíso. Não é preciso, igualmente, supor que exista motivação eterna, felicidade plena e dias de pura sorte.
É preciso meia-dúzia de minutos de retidão. De um sorriso interno, de um desafio finalmente aceito, de um plano resgatado lá das profundezas da desistência.
É preciso aceitar a condição de humano.
Que no dia de hoje, cada um receba a sua VERDADE, e com ela divida a ceia e os olhos fartos!