Aqui no litoral eu pude conhecer um novo conceito arquitetônico ecologicamente correto e esteticamente agradável: as lojas conteiners.
Pra algumas tendências eco-alguma-coisa eu ainda não atingi o nirvana do entendimento. Pra outras eu dou a mão à palmatória.
A única ressalva é o valor de investimento para abrir um comércio desta natureza, usando um velho e gigante caixote de metal. Achei demasiadamente caro. Na minha analogia tôsca, seria o mesmo que pagar 300 mil dólares num iate feito de garrafas pet.
Muito moderno e engajado, mas distante de um mercado de ofertas industrializadas mais práticas e razoáveis.