Hoje revirando os guardados encontrei um bilhete da minha avó. Meu pára-brisa ficou cheio de lágrimas.
Tava lá, numa grafia debilitada pela sua doença, uma frase do Michel Quoist, que foi por toda a minha infância o meu autor preferido.
"A estrada da tua felicidade não parte das pessoas e das coisas para chegar a ti; parte sempre de ti em direção aos outros."
E eu caminho, sim senhora.