quinta-feira, 4 de novembro de 2010

considerações sobre a masmorra (parte I)

Quase não creio que nos dias de hoje, em plena luz urbana do dia, ainda existam jornadas de trabalho pseudo-escravas.

Ao visitar uma empresa, descobri que o indivíduo responsável pelo estacionamento (um senhor de 70 e poucos anos) é impedido de ir ao banheiro e de almoçar, exercendo uma rotina de 14h ininterruptas.

Qual a explicação pra isso? Muito simples!

Nada que envolva o respeito é compatível com determinadas gestões bandidas.