A insistência do cliente pra transformar uma suspeita sem subsídios num processo de auditoria seria uma coisa plausível se não ponderássemos o fato de que uma única pessoa lida com as contas, as senhas, os laudos e os caixas.
E esta única pessoa é o dono. O próprio cliente. O contratante desta 'investigação mata-hari'.
Bora lá.
Se Adão insistisse num exame de DNA pra assegurar a paternidade do filho de Eva, chamaríamos isso de desconfiança, necessidade de comprovação técnica, ou falta do que fazer sagrada?