terça-feira, 12 de outubro de 2010

filha sem pilha

O Dia da Criança lá da minha infância não é muito diferente de hoje. Guardadas as devidas limitações tecnológicas, os brinquedos eram desejados e esperados com pompa e circunstância.

Também naquela época, o tempo era artigo de luxo. Era exatamente ele, embrulhado ou não, que eu esperava receber dos meus pais. Tempo pra brincar, tempo pra procurar joaninhas no jardim, tempo pras mesmas histórias requentadas e re-contadas, tempo, tempo, tempo.

O avanço de consumo pode ser uma excelente maquiagem para as necessidades infantis, mas elas continuam lá eternamente, portanto, aquele relatório ridículo que se dane.

Bora lá correr com a molecada!