Na última vez que estive nos EUA fui calorosamente recebida por colegas executivos e desde então mantivemos um canal bacana de troca de informações, projetos e aplicabilidades de soluções. Creio que meu visual de hippie arrependida, somado ao meu discurso sem pé nem cabeça, fez com que os gringos achassem que eu sou alguma recicladora de lixo americano e que esta prática de gestão é mais uma das características brasileiras.
Toda sucata teórica que fica sem utilidade nas gavetas do Tio Sam eles mandam pra minha empresa.
Até poderia encarar com certa lisonja, mas gente minha, detrito é detrito, em Wall Street ou no Chuí.