O poder de consagração de uma marca se dá a medida que sua absorção pública é incontestável.
A gente consegue mensurar melhor isso quando ocorrem modificações estranhas àquilo que nos acostumamos a digerir. É como se um belo dia o MacDonald's viesse a se chamar ZéGenuíno's ou se a coca-cola ganhasse a cor do guaraná Jesus.
Não seria possível, ainda que em caráter circunstancial, achar super legal ver o Flamengo usando camisetas amarelo deos nos salve com azul céu da turquia.
A marca-flamengo não é o time. É o vermelho-preto.
Ponto.