Comenta-se por aí que a maior lacuna afetiva de executivo(a)s é ter um parceiro(a) que possa compartilhar do mesmo terreno workaholic. Aquela pessoa que por afinidade de área, ou de gostos, consiga escutar tudo sobre o agitado dia de um infeliz e ainda assim não desistir do casamento. Alguém, portanto, com quem se divida as mazelas profissionais - dos contratos aos sem tratos...
Eu acho que a maior falta não é tecnicista. Não é ter alguém pra falar especificamente sobre gestão, logística, empenho, resultado e análise de custos.
Basta ter alguém pra contar o que sinto, qual situação me faz sorrir, o que me angustia o peito, com quais líderes me identifico, qual a forma de administração que me imprime alegria.
Um executivo(a) de verdade é feito de muitos mitos, mas de um coração bem pulsante.