Sinto muita saudade do tempo em que o encapsulamento da informação não detonava a nossa impressão acerca das pessoas.
Hoje a gente corre ali no google. No orkut. No diabo que os pariu, no twitter, no feicibúqui e no escambáu e acha que sabe tudo do serumano. Que pode inclusive detectar alguma fraude comportamental a ponto de não lhe dar uma vaga de emprego. Como se o rótulo fosse a garantia suprema da (má) qualidade do produto.
To no exército de uma mulher só: continuo achando que a melhor forma de saber sobre pessoas é permitindo que o convívio se dê nesta vida real, onde a gente não tem uma tecla eficiente que nos permita ser quem não é.