Procuro não confundir o prazer em fazer o que gosto, com gostar de zoar o que faço.
É quase a mesma coisa, mas os efeitos são distintos. Vejamos o caso do Neymar. O guri é um bom jogador, cujos talentos são potencializados com a alegria enorme demonstrada em campo.
Se fosse executivo, certamente mostraria dedinho como eu em algumas situações nada tibetanas.
Agora, dançando Single Ladies num comercial de televisão foi um paspalho. Pior do que eu.