Não existe "favor" em se tratando de relações empresariais.
As vezes o entendimento de uma boa relação de negócios nos leva a cometer o mais suicida dos gestos organizacionais, que é abrir mão das formalidades e dos custos pra agradar o cliente numa necessidade de última hora. Em contrapartida a cobrança rígida que uma gentileza gera não é bacana. Faz mal. Causa desconforto e pedra na vesícula emocional.
Então é assim: o que não cabe no contrato, não cabe no recibo e o que não cabe no recibo, não pode ser feito.
Brinde só tem cara de caneta e calendário.