Num breve passeio pelas ruas da cidade comecei a observar minha contribuição em diversos elementos visuais. Idéias que sairam do meu sanitário mental e desembocaram num áutidór ali, uma placa na fachada acolá, slogan na empresa tal, criação da marca logo adiante...
Hoje estréia um comercial de televisão que foi todo concebido por mim, e graças às mãos preciosas de publicitários, ganhou vida.
Não se trata de uma crise súbita de egocentrismo inflável.
É só uma forma de acreditar que alguma coisa fica, mesmo quando a gente se esgota, se esvai, desaparece...