Uma empresa até pode se gabar da suntuosidade de suas instalações e de seu grande charme burguês-corporativo, mas só há uma forma de avaliar se o povo come de fato o caviar que arrota:
é vasculhando o naipe do papel higiênico dos banheiros. Da recepção aos diretores.
Posar de empresário magnata e colocar papel modelo lixa número 5 não dá.
Vai contra qualquer investimento em marketing.