Algo dentro de mim, além do pastel do mercadão, me leva a crer que a carreira do Neymar, do Santos, será muito efêmera.
Me pego detectando uma série de probleminhas de ordem comportamental neste garoto, e como todo gênio, ele está surfando sobre as cabeças, como quem crê que assim será eternamente.
Tomara que eu esteja enganada, mas rola uma confusão entre alegria em jogar bola e zoação no gramado. É mais ou menos o que acontece comigo: vez ou outra eu misturo entusiasmo profissional com excesso de bagunça e deboche coletivo.