Oportunidades perdidas não são como elevadores.Primeiro que nem sempre a gente pode apertar o botão e esperar passivamente.
Segundo que a chance de embarque constante não é a mesma.
Terceiro que se metade do corpo ficar pra fora, é provável que alguém se solidarize a abra a porta pra você.
Com carreira é preciso, no entanto: correr atrás, acreditar que toda "viagem" é única e sem perspectiva de um novo roteiro a cada meio-minuto e principalmente entrar de corpo inteiro.