Esta questão de usar termos em idiomas estrangeiros vai além da adequação linguística.
Falo como uma graduada na área, que mal e porcamente lembra das declinações latinas, e que foi adbuzida pro mundo corporativo - mas eu sei! Não é mole encontrar equivalências pra gerundite que aperta nossas tripas.
O limite na verdade é ter a mínima possibilidade de passear em idioma diferente com alguma convicção do que se fala, ou do que se escreve.
Neste caso real, do post abaixo, qualquer "temos experiência, mané!" teria livrado o vexame.