Quando um profissional dá claros indícios de que é artista de corpo e alma, quem há de achar isso ruim? Hein?
Não vejo nada demais um jornalista escrever numa proposta de projeto "temos muito Know-HALL".
Principalmente se o jornalista trabalhar comigo. (Se ele trabalhasse na concorrência eu certamente recomendaria umas aulas de inglês no Telecurso 2º Grau).
É o que sempre digo: a perspectiva da tragédia tá no bolso da gente. Pra tudo há um lado reparador- e quase sempre, pelas mãos da arte. Ho ho.