segunda-feira, 12 de abril de 2010

liberdade de criação, mano!

Quando um profissional dá claros indícios de que é artista de corpo e alma, quem há de achar isso ruim? Hein?

Não vejo nada demais um jornalista escrever numa proposta de projeto "temos muito Know-HALL".

Principalmente se o jornalista trabalhar comigo. (Se ele trabalhasse na concorrência eu certamente recomendaria umas aulas de inglês no Telecurso 2º Grau).

É o que sempre digo: a perspectiva da tragédia tá no bolso da gente. Pra tudo há um lado reparador- e quase sempre, pelas mãos da arte. Ho ho.