Outro jornal aqui do Estado me entrevistou. O tema da reportagem era "executivos viciados em telefone celular e hiperconectados".
Fui maximamente simpática com a mocinha (de nome impronuncável, aliás... algo tipo Dejairlene, ou Edithmarisleide) mas em alguns momentos me senti descontextualizada. Há algo em mim que nunca corresponde às expectativas das pessoas - e este "algo" sempre é compensado com meu lado very-clown-babe.
Quando o jornal chegar às bancas, vai rolar um estranhamento do povo.
Foto: eu de faixas coloridas na cabeça, camiseta e pés descalços. Legenda: Executiva.
Masétãobomconfundiraspessoas.