Uma das coisas que eu mais gosto no meu exercício profissional é quando o tempo de convívio num ambiente corporativo, antes estranho e cerimonioso, abre-se em liberdade pro meu trânsito.
Quando eu percebo que aquela empresa não pode me chamar de "terceirizada" porque de terceira eu não tenho absolutamente nada. Nem de estrangeira - porque eu sou parte DE.
Eu sou alguém a quem as pessoas chamam pelo primeiro nome, o de batismo. E que pode simplesmente ir tomar um chazinho pra saber das novidades, porque trabalho não é só o desdobrar das projeções técnicas, mas é o conjunto de impressões emocionais e expressões corporais.