sábado, 13 de março de 2010

primo rico e primo pobre

Não adianta negar: algumas marcas poderosas, caras, imprimem aos seus consumidores um status bem específico (e bem raso) e eu imagino que capacitar vendedores pra esta fatia deva obedecer a um conjunto de elementos fundamentais. Ou deveria.

Eu sou muito mais fã do naturalismo polido, da adequação circunstancial, da afabilidade entre seres humanos e jamais vou encontrar justificativas corporativas que sirvam pro exercício da "patada generalizada". Vender precisa passar pelo corredor do encantamento, antes de bater na porta da compra.

Estupidamente a equipe de uma loja metida-a-besta, entrou num péssimo esquema de disputas e baixarias no shopping. Baixarias do tipo discriminar verbalmente os respectivos consumidores do estabelecimento mais "pop". O gerente instruiu que quem entrar "portando sacola de loja popular" deve ser sutilmente conduzido à r-u-a.

Hein??