Embalagens, igualmente, se pudessem, sairiam de mim correndo, antes deste escalpelamento comercial constante - tenho certeza!
Alguns amigos apelidaram de "síndrome da negação publicitária", como se eu de fato fosse vítima de um arrependimento atroz por nunca ter seguido a carreira. Eu, na falta de explicação mais convincente, chamo de "liberação das marcas para viverem em condição de igualdade".
Na verdade é pra não me sentir tão chinelona usando um hidratante de 2,50, como é de costume.
Os produtos passam a ser todos irmãos na falta da etiqueta. Louvado seja!