terça-feira, 16 de março de 2010

falando em porquinhos

Minha primeira grande negociação foi aos 6 anos - acreditem ou não. Eike Batista é demasiadamente amador diante da minha apurada e precoce virtude pra transações.

Cheguei perto do meu avô e falei: "o Senhor investiria num cofre no escuro?"

Quis saber se ele compraria meu porquinho, dando um lance que ele julgasse pertinente. As chances eram 50 a 50. O porco poderia ter mais ou menos do que ele me ofertasse, e quando eu percebi que eu corria sérios riscos eu tratei de propor um remendo:

"Se o Senhor me der 100 mangos e tiver 35 dentro do porco, eu não te devolvo a diferença. Mas se o Senhor me der 100 mangos e tiver 250 dentro do porco, a diferença é minha."

Bad bad bad girl. :)