sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

pára o cliente que eu quero descer

Sentada na frente de um empresário que praticamente implorou por uma hora de consultoria (não é casado, não tem filhos e trabalha feito maluco ; daí talvez a disponibilidade em receber minhas preciosas idéias sem vetos familiares :P) acabei me contaminando pela ótica confusa do sujeito.

(Mais perdido do que usuário de Guia 4 Rodas).

Minha perspicácia está temporariamente em desuso, mas eu tentei seguir um raciocínio. Ele, no entanto, me fuzilou de perguntas esquisitas:

-"Você se formou em qual cidade? Seu pai fuma? Como você faz pra resolver problemas de clientes? Eu sou empresário, tenho cara de empresário? Você acha que camisa de linho combina comigo?"

Nem o café com amanteigados que a secretária trouxe salvou a manhã. Nem!