segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

falar de mim eu góstu

Existe uma confusão grande no que tange "personagens" e suas manifestações, sejam elas cinematográficas, noveleiras ou blogueiras. Parece que nem mesmo os mais letrados se escapam de perceber a ficção como sendo a mais fiel das realidades.

No meu caso, investida nesta executiva Monga, garanto que não sou nada além de uma não-personagem. É tudo parte da minha colheita diária. Se alguém pudesse me reconhecer na rua, e me batesse com força, eu não poderia me engajar no direito de dizer "você está enganado! esta sou eu, fulana, a Monga é outra!".

A Monga não é outra. Sou eu mesma, esta EU que você não precisa saber o nome ou a corporação, mas que você pode acompanhar pela lupa coletiva chamada internet.

Me espie sem moderação, viu? E se possível, me arraste pelos corredores da sua empresa. Pense em mim quando for exercer alguma liderança diferente da paranóica maioria. E depois me mande um e-mail, relatando.

Eu sempre respondo.