Perder funcionário bom é igualzinho a deixar escapar um amor. De início a tendência é dar uma choradinha básica, fazer aquele dramaaaaa shakesperiano mas dilatar o orgulho. Permanecer com a posição de "eu não ligo".
Com o passar dos dias, porém, aquela angústia dá lugar ao espírito "the show must go on".
Finge-se muito bem. Tolera-se a ausência. Mas a perda tá lá. É real.
Dá pra evitar? Dá.
Você já disse pra algum colega de trabalho, algum subordinado, algum superior, "eu te amo"?
A língua nem cai.