Esta situação me lembra da única vez na vida que "matei a minha avó" (quando era trainee de uma multinacional) e me lancei pra uma folia fora de época no Nordeste, promovida por um gigante da indústria farmacêutica.
Por fatores místicos e paranormais, o Amaury Jr. estava cobrindo justamente a festa onde eu estava. E entre tantos fariseus famosos, a equipe deu um close na minha cara anônima (de tonta).
Na segunda-feira, numa tentativa de ser mais ágil do que um veículo de comunicação, me dirijo correndo à sala do chefe, e ele sorri (e completa):
"A sua família pertence a alguma tribo que celebra a morte das pessoas pulando e jogando confetes?"
Bem feito, Monga.