Adoro pessoas com táticas de animismo no cotidiano.
Tipo chamar um tapete de "Zezé", falar que o guarda-chuva é o "Haroldinho" e assim sucessivamente. Acho que as pessoas que "descoisificam" o universo ao seu redor têm mais chances de sobreviver à frieza mórbida do trabalho, e conseguem uma despressurização justa.
Uma amiga muito amada comprou um carro novo, por merecimento e esfolação diária, e me pediu uma ajuda para batizá-lo. Vou pensar em nomes adequados.
Ser dinda de um carro também é um super apoio para conferir utilidade a uma paspalha como eu.