Lembrando de uma passagem emblemática, já que falei na consciência negra.
Estava em viagem de negócios e não existe a menor chance de eu me fantasiar de executiva. Eu ando mesmo largada e o meu cabelo é sempre motivo de discórdia corporativa.
Já foi azul, vermelho, com tranças, rastafári... Porque cabelo cresce, inteligência nem sempre.
Uma das executivas que se sentiu mais íntima, ao me ver com enormes e lindas molas amarradas por uma faixa perguntou "você não tem vergonha de andar com um cabelo ruim desses?"
Eu: " Cabelo ruim é o seu que precisa de chapinha e salão pra ter vida social. O meu é ó-t-i-m-o!"