Pra pensar em metas de carreira é preciso desabrochar . Há profissionais que sequer sabem apontar suas qualidades e fragilidades e jamais exercitaram nenhum tipo de reflexão.
Parte se deve a ausência de oportunidades comunicacionais. Precisa-se que os ouvidos gestores se abram generosamente e que o detentor do posto de chefia seja menos inalcançável. E outra parte, se deve ao papel que nos acostumamos a exercer.
Penso cá no exemplo da "flor de bucha". Sabe aquela trepadeira que seca e rende esponjas naturais de banho? A gente adora o benefício de limpar o corpo.
E esquece que lá na trepadeira também nasce uma flor. Linda, por sinal.